terça-feira, 19 de maio de 2009

ATIVIDADE: Vídeo "Rumo ao Paraíso"

1. O filme é uma biografia do artista Paul Gaugin. Nele, aparecem duas faces de sua vida: uma aristocrática e a outra artística. Fale sobre as duas fases.

2. Durante o filme, além de Gaugin, aparecem os outros artitas famosos, quais são eles?

3. Numa das cenas mais marcantes do filme, Gaugin põe fogo num crucifixo da Igreja. O que o motivou a tomar tal atitude?

4. Na Arte, um artista sempre é inspirado e instruido por outro que é chamado de Mestre. Quem é o Mestre de Gaugin? Cite a comparação entre o artista e uma pessoa de posses feita por ele.

5. Por que as obras de Gaugin e de outros artistas não eram vendidas?

6. Gaugin dizia que ia iniciar uma revolução na Arte. Suas obras deram inicio a um novo estilo artístico.

6.1. Qual é o estilo?

6.2. Qual a reação do público ao ver as primeiras obras "revolucionárias" de Gaugin?

6.3. Quais características das obras te levaram a identificar esse estilo?

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Texto II - Pop Arte

Movimento principalmente americano e britânico, sua denominação foi empregada pela primeira vez em 1954, pelo crítico inglês Lawrence Alloway, para designar os produtos da cultura popular da civilização ocidental, sobretudo os que eram provenientes dos Estados Unidos. A pop art começou a tomar forma no final da década de 1950, quando alguns artistas, após estudar os símbolos e produtos do mundo da propaganda nos Estados Unidos, passaram a transformá-los em tema de suas obras. Representavam, assim, os componentes mais ostensivos da cultura popular, de poderosa influência na vida cotidiana na segunda metade do século XX. Era a volta a uma arte figurativa, em oposição ao expressionismo abstrato que dominava a cena estética desde o final da segunda guerra. Sua iconografia era a da televisão, da fotografia, dos quadrinhos, do cinema e da publicidade.


Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade pelos objetos de consumo, ela operava com signos estéticos massificados da publicidade, quadrinhos, ilustrações e designam, usando como materiais principais, tinta acrílica, ilustrações e designs, usando como materiais, usando como materiais principais, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, transformando o real em hiper-real. Mas ao mesmo tempo que produzia a crítica, a Pop Art se apoiava e necessitava dos objetivos de consumo, nos quais se inspirava e muitas vezes o próprio aumento do consumo, como aconteceu por exemplo, com as Sopas Campbell, de Andy Warhol, um dos principais artistas da Pop Art. Além disso, muito do que era considerado brega, virou moda, e já que tanto o gosto, como a arte tem um determinado valor e significado conforme o contexto histórico em que se realiza, a Pop Art proporcionou a transformação do que era considerado vulgar, em refinado, e aproximou a arte das massas, desmitificando, já que se utilizava de objetos próprios delas, a arte para poucos.


Principais Artistas:

Robert Rauschenberg (1925)



Depois das séries de superfícies brancas ou pretas reforçadas com jornal amassado do início da década de 1950, Rauschenberg criou as pinturas "combinadas", com garrafas de Coca-Cola, embalagens de produtos industrializados e pássaros empalhados.Por volta de 1962, adotou a técnica de impressão em silk-screen para aplicar imagens fotográficas a grandes extensões da tela e unificava a composição por meio de grossas pinceladas de tinta. Esses trabalhos tiveram como temas episódios da história americana moderna e da cultura popular.
Roy Lichtenstein (1923-1997)


Seu interesse pelas histórias em quadrinhos como tema artístico começou provavelmente com uma pintura do camundongo Mickey, que realizou em 1960 para os filhos. Em seus quadros a óleo e tinta acrílica, ampliou as características das histórias em quadrinhos e dos anúncios comerciais, e reproduziu a mão, com fidelidade, os procedimentos gráficos. Empregou, por exemplo, uma técnica pontilhista para simular os pontos reticulados das historietas. Cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual.Com essas obras, o artista pretendia oferecer uma reflexão sobre a linguagem e as formas artísticas. Seus quadros, desvinculados do contexto de uma história, aparecem como imagens frias, intelectuais, símbolos ambíguos do mundo moderno. O resultado é a combinação de arte comercial e abstração.




Andy Warhol (1927-1987)


Ele foi figura mais conhecida e mais controvertida do pop art, Warhol mostrou sua concepção da produção mecânica da imagem em substituição ao trabalho manual numa série de retratos de ídolos da música popular e do cinema, como Elvis Presley e Marilyn Monroe. Warhol entendia as personalidades públicas como figuras impessoais e vazias, apesar da ascensão social e da celebridade. Da mesma forma, e usando sobretudo a técnica de serigrafia, destacou a impessoalidade do objeto produzido em massa para o consumo, como garrafas de Coca-Cola, as latas de sopa Campbell, automóveis, crucifixos e dinheiro.Produziu filmes e discos de um grupo musical, incentivou o trabalho de outros artistas e uma revista mensal

domingo, 6 de abril de 2008

ATIVIDADE 5: Teoria da Cor

O que é cor?


A cor faz parte do nosso mundo e está tão presente que muitos de nós já não dá tanta importância, tornou-se corriqueiro, algo que já é inerente ao ser. Desde o momento em que acordamos estamos em contato com as cores: ao nos depararmos com as cores do nosso quarto, ao escolhermos a roupa para vestirmos, quando saímos vemos os muros e outdoors da cidade nos invadindo de cores, ou mesmo se ficarmos em casa; tudo está repleto de cores. Mas, o que é a cor? Só podemos perceber as cores quando temos luz. Cor é luz. A luz emitida, seja pelo sol ou por uma lâmpada, contém todas as cores do arco-íris. A luz branca é constituída pela reunião de numerosas radiações coloridas que podem ser separadas. A cor é o resultado do reflexo da luz que não é absorvida por um pigmento. Assim podemos perceber que a cor é uma sensação provocada pela luz sobre nossos olhos. Podemos estudar as cores sob dois aspectos que estão diretamente relacionados, embora sejam aparentemente opostos: a COR-LUZ e a COR-PIGMENTO.


COR-LUZ


Você já viu um arco-íris? Ao incidir nas gotas de água da chuva os raios da luz solar se decompõem em várias cores. São radiações coloridas. Semelhante a um arco-íris temos um prisma comum, onde a luz branca é dividida em um espectro de cores. Essas cores — vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta — compõem o que é chamado de espectro visível da luz, que são freqüências do espectroeletromagnético (“luz”) que podemos ver a olho nu. O que nos dá um total de 7 cores. Porém, temos milhões de cores diferentes na transição de uma cor para outra. Estudos nos mostram a classificação das cores, são elas: primária, secundária e terciária. A qual gerará o círculo cromático e diante deste teremos também as cores complementares e análogas, além de muitos outros estudos e definições.


COR-PIGMENTO


O pigmento é o que dá cor a tudo o que é material. Os homens primitivos descobriam as cores pela experiência. As pinturas rupestres eram feitas com os mais variados tipos de pigmentos naturais: plantas, terra, carvão, e até o sangue dos animais que caçavam. As técnicas de pintura se desenvolveram, se industrializaram e a tecnologia criou os pigmentos sintéticos. Cores "artificiais", feitas em laboratório, mas tão intensas e belas como as cores naturais que tentam imitar. Muitas tintas industrializadas ainda são feitas com pigmentos naturais, mas já existem pigmentos sintéticos de todas as cores. Os corantes também são pigmentos. A mistura de pigmentos altera a quantidade de luz absorvida e refletida pelos objetos. Cada um reflete somente a cor que não é absorvida. Por exemplo: o pigmento amarelo absorve da luz branca as cores azul violeta, azul cian, verde, vermelho alaranjado e vermelho magenta, e reflete somente a luz amarela, que é a cor que podemos ver. Seguindo os estudos de NEWTON, podemos classificar as cores pigmento inversamente a cor-luz, pois é assim que nossos olhos podem ver, perceber e misturar as tintas. Essa mistura de cor-pigmento é chamada de mistura subtrativa, por ser oposta a mistura aditiva que acontece com a cor-luz.


















Cores Primárias

Para os que trabalham com cor-luz as primárias são: vermelho, verde e azul violetado. Ou em linguagem técnica: Red, Green e Blue. (RGB). A mistura dessas três cores em quantidades iguais, produz o branco - síntese aditiva.



Para o químico e o artista e aqueles que trabalham com cores-pigmento, as cores primárias são vermelho, amarelo e azul, e a mistura dessas cores em igual quantidade resulta na cor preta ou cinza-neutro - síntese substrativa. O nome técnico dado a estas cores é CMYK (cian, magenta, yellow e black). O sistema CMYK é usado nas gráficas para a impressão por fotolitos, nos jornais, revistas, livros, cartões e tudo o que é impresso. Os dois extremos da classificação das cores: o branco, ausência total de cor, ou seja, luz pura; e o preto, ausência total de luz, o que faz com que não se reflita nenhuma cor. Não são exatamente cores, mas características da luz, que convencionamos chamar de cor.





Cores Secundárias





As cores secundárias são obtidas através da combinação das cores primárias, em iguais proporções. Normalmente esta mistura de cores é feita com as cores-pigmento:

Vermelho/ magenta + Amarelo limão = Vermelho /alaranjado
Amarelo limão + Azul cian = Verde
Azul cian + Vermelho magenta = Azul violeta







ATIVIDADE: Produzir um Círculo Cromático em seu caderno

ATIVIDADE 4: Pontilhismo


















O Pontilhismo surgiu na França, no século XIX, com pintores como Georges Seurat (1859 – 1891) e de Paul Signac (1863 – 1935), seus principais teóricos. Também foi conhecido como punctilhismo, neo-impressionismo, divisionismo e cromoluminarismo.
O pontilhismo é uma técnica de pintura que baseia-se na
colocação de pontos coloridos muito próximos uns dos outros o que, à distância, provoca uma mistura ótica. Foi um desdobramento das práticas dos impressionistas, para os quais as cores deviam ser justaspostas e não misturadas e/ou mescladas, deixando à retina a tarefa de reconstruir o tom desejado pelo pintor, fazendo surgir a forma.







No Brasil, diversos artistas entre 1889 e 1930, empregaram o pontilhismo. Destacam-se, nesse sentido, Belmiro de Almeida, Eliseu Visconti, Rodolfo Chambelland e Artur Timóteo da Costa, entre outros. O painel central do teto do foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é um exemplo. Nele Eliseu Visconti empregou vários estilos e procedimentos artísticos, inclusive o pontilhismo.Em resumo, o pontilhismo consiste em pintar o que é observado aplicando pequenos pontos de cor muito próximos. Quando se trabalha com preto e branco, os pontos representam áreas de claro e escuro. As zonas de luz são compostas com pontos mais dispersos e as de sombra com pontos mais concentrados. Estas diferenças de claro/escuro produzem a sensação de volume ou de profundidade.

ATIVIDADE: Faça um desenho em seu caderno desenvolvendo a técnica do Pontilhismo. Obs.: você deverá ocupar pelo menos 60% da folha de seu caderno.

Veja alguns trabalhos feitos em sala de aula:



domingo, 16 de março de 2008

ATIVIDADE 3 - Desenho de Paisagem

A paisagem ocupa lugar secundário na hierarquia acadêmica até o século XVIII, e a partir do século XIX ela se alça ao primeiro plano. Uma das inovações na representação da natureza a partir de então diz respeito à pintura ao ar livre, que se populariza com a invenção da bisnaga descartável para tintas. O contato cada vez mais intenso com a paisagem observada de perto - e o simultâneo desinteresse pelas paisagens alegóricas e míticas - provoca uma renovação no gênero paisagístico.







A pintura de paisagens no século XIX tem no impressionismo expressão destacada. A observação da natureza a partir de impressões pessoais e sensações visuais imediatas, a suspensão dos contornos e dos claro-escuros em prol de pinceladas fragmentadas e justapostas e o aproveitamento da luminosidade e uso de cores complementares, favorecidos pela pintura ao ar livre, são os traços principais da renovação estilística empreendida por Claude Monet (1840 - 1926), Pierre-Auguste Renoir (1841 - 1919), Camille Pissarro (1830 - 1903), entre muitos outros. As paisagens executadas pelos chamados neo-Impressionistas - Georges Seurat (1859 - 1891) e Paul Signac (1863 - 1935) - colocam sua ênfase na pesquisa científica da cor, decomposta e recomposta na série de pontos e manchas que cobrem a superfície da tela (Um Domingo de Verão na Grande Jatte, de Seurat, 1886).













ATIVIDADE: Produzir um desenho de paisagem.

Trabalhos produzidos em sala de aula:















ATIVIDADE 2 - Natureza Morta





Natureza morta é um gênero de pinturas em que se representam seres inanimados, como frutas, flores, livros e objetos.
O termo natureza morta se refere à arte de pintar, desenhar, fotografar composições ou objetos inanimados.




















Natureza Morta com maçãs (1890), Paul Cézanne, (óleo sobre tela, 35.2 x 46.2 cm) Museu Hermitage, São Petersburgo.


Van Gogh, Natureza morta

















Renoir, Bouquet de Chrysanthèmes



Atividade: Faça em seu caderno uma natureza morta.


Trabalhos realizados em sala de aula:


Raissa Figueiroa - grafite sobre o papel.

quarta-feira, 12 de março de 2008

ATIVIDADE NÚMERO 1: Interpretação pessoal da música




Clube da Esquina 2
(Lô Borges/ Márcio Borges/ Milton Nascimento)

Porque se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem se lembra se olhou pra trás
Ao primeiro passo, asso, asso
Asso, asso, asso, asso, asso, asso
Porque se chamavam homens
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem
Em meio a tantos gases lacrimogênios
Ficam calmos, calmos
Calmos, calmos, calmos
E lá se vai mais um dia
E basta contar compasso
E basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
E o coração na curva
De um rio, rio, rio, rio, rio
E lá se vai...E lá se vai...
E o rio de asfalto e gente
Entorna pelas ladeirasEntope o meio-fio
Esquina mais de um milhão
Quero ver então a gente, gente
Gente, gente, gente, gente, gente
E lá se vai vai vai




Onde ouvir: http://www.youtube.com/watch?v=4RWMzcRgYsc&feature=related



http://www.youtube.com/watch?v=oG5iRSB5zFg&eurl=http://vagalume.uol.com.br/lo-borges/clube-da-esquina-2.html

Atividade:


Após ouvir a música e ler sua letra, fazer um trabalho destacando a parte que mais lhe interessou.

Trabalhos realizados em sala de aula:









"Músico", Rafael Mássimo Martins - Grafite sobre o papel, 21X 29,7 cm

















"Aurora" , Cynthia Campos Teixeira - lápis de cor sobre o papel, 21X 29,7 cm















Sarah Brant - grafite sobre o papel, 21X 29,7 cm







"O homem sem rosto", Taynara Martins - grafite sobre o papel, 21X 29,7 cm